Marconi e Lucila Santana celebram trajetória da Confraternização da Imprensa do Pajeú
A 15ª Confraternização da Imprensa do Pajeú foi mais que um encontro festivo. Foi um reencontro com a memória, com as origens e com as pessoas que ajudaram a construir, ao longo de uma década e meia, um dos momentos mais simbólicos de valorização da comunicação sertaneja.
Durante o evento, Evandro Lira conversou com Marconi Santana, ex-prefeito de Flores e idealizador da confraternização, que fez questão de resgatar o início de tudo. Marconi lembrou que a primeira edição nasceu de forma simples, em Flores, quando a ideia era apenas reunir amigos da imprensa para agradecer, ouvir e fortalecer laços.
“Evandro esteve presente desde o começo. Quando essa confraternização ainda engatinhava, ele já fazia parte. Isso diz muito sobre a relação que construímos com a imprensa: de respeito, de proximidade e de verdade”, destacou Marconi.
Ao longo desses 15 anos, o evento cresceu, ganhou dimensão regional e passou a reunir comunicadores de todo o Pajeú, sem perder o espírito original: olho no olho, conversa franca e reconhecimento do papel social da imprensa.
Ao lado de Marconi, Lucila Santana, ex-primeira-dama de Flores e atual secretária de Turismo e Eventos do município, também conversou com Evandro Lira e reforçou o caráter afetivo e simbólico da confraternização. Segundo ela, manter o encontro vivo por tantos anos é resultado de parceria, persistência e amor pela comunicação.
“São 15 anos de caminhada. Não é pouca coisa. Cada edição tem sua história, sua emoção. É quase uma estreia permanente”, afirmou Lucila, em tom leve, ao brincar com o simbolismo da data.
Lucila ressaltou ainda a importância da parceria com a imprensa ao longo de sua trajetória pública e destacou o trabalho de comunicadores como Evandro Lira, que ajudaram a dar identidade, visibilidade e credibilidade ao evento desde as primeiras edições.
Na condição de secretária de Turismo e Eventos, Lucila também pontuou que encontros como esse fortalecem não apenas os vínculos pessoais, mas a própria cultura regional, valorizando quem informa, registra e constrói a memória do Sertão todos os dias.
A 15ª edição da confraternização marca, assim, não apenas um número simbólico, mas a consolidação de um projeto que atravessou gestões, desafios e transformações, sem perder sua essência.
Uma história feita de gente, de rádio, de blog, de câmera na mão, de microfone aberto — e, sobretudo, de respeito à imprensa do Pajeú



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