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| Foto: Andrea Pinheiro (Ascom/Sudene) |
Nota técnica entregue ao Ministério dos Transportes contesta a suspensão de recursos e sustenta que o trecho pernambucano tem importância logística, industrial e regional.
A retomada do trecho pernambucano da Transnordestina ganhou novo capítulo após o Tribunal de Contas da União (TCU) suspender novos compromissos financeiros para a ligação entre Salgueiro e o Porto de Suape e exigir estudos atualizados de viabilidade técnica, econômica e ambiental da obra. A decisão reacendeu o debate sobre o futuro do ramal ferroviário em Pernambuco.
Em resposta, a Sudene entregou ao Ministério dos Transportes uma nota técnica defendendo a viabilidade socioeconômica do trecho. O documento afirma que as análises usadas pelo TCU estariam baseadas em premissas macroeconômicas defasadas e destaca os impactos logísticos, industriais e de integração regional ligados à conclusão da ferrovia até Suape.
Defesa do ramal pernambucano
Técnicos da área de engenharia, representantes do setor produtivo e lideranças políticas em Pernambuco têm contestado a decisão do tribunal. A Fiepe e especialistas ligados à infraestrutura e à logística sustentam que o ramal possui viabilidade econômica e papel estratégico para ampliar a competitividade do Porto de Suape e da economia nordestina.
O debate mantém em evidência a disputa em torno da Transnordestina, com Pernambuco defendendo a retomada do trecho até Suape como peça importante para o desenvolvimento regional e para a integração da malha ferroviária no Nordeste.
Fonte: Algomais


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